Sem Título 1

Bitcon e o consumo de energia. Será tudo verdade o que falam por aí?

Os argumentos de que o bitcoin tem sido o grande vilão em torno das toneladas de emissões de carbono e da degradação ambiental podem não representar uma simples verdade.

Nos primeiros dias da mineração de bitcoins, você podia minerar com um laptop em sua casa. A sua conta de energia poderia subir um pouco, mas minerar bitcoin poderia ainda ser lucrativo. Mas já se foram os dias em que uma única pessoa podia minerar por Bitcoin. Hoje, para minerar competitivamente, será necessário um hardware extremamente moderno, com a capacidade de um processamento em escala para executar os algoritmos com mais rapidez. Por isso, grandes centros de dados começam a povoar o cenário competitivo da mineração. Aqueles com o hardware de melhor desempenho e, principalmente, com a eletricidade mais barata, vencerão a concorrência.

E como a mineração não está vinculada a um local, muitos mineradores de escala estão procurando regiões para construir centros de dados que ofereçam fontes de energia baratas e, por essência, renováveis, como a hídrica e a eólica — estas não são apenas as mais limpas, mas também as mais econômicas para aproveitamento nas operações de mineração. Já existe um projeto, no norte da Suécia, em busca desta maior eficiência.

Os países nórdicos já vêm atraindo as operações de mineração devido às suas fontes de energia sustentáveis e baratas, já disponíveis. Toda essa historia vai muito além: existe uma oportunidade para as operações de mineração darem retorno ao planeta, fornecendo calor excedente às estufas para o cultivo de alimentos, tornando a economia local mais produtiva e sustentável.

As operações de mineração de Bitcoin poderiam ajudar a aquecer vilas, ou apoiar a indústria de alimentos. As oportunidades parecem viáveis, por isso, parece errado culpar o bitcoin por seu consumo de energia. Estamos de olho. Sr. Elon Musk!

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